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Injeção que dura 15 minutos promete eliminar gordura localizada |
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18-Jan-2008 |
 O tratamento de lipoaspiração, chamado lipodissolução, é uma nova arma contra a gordura e está sendo realizado em 15 minutos nas clinicas dos Estados Unidos. Apesar de não ter aprovação das autoridades de saúde do país, o novo método também tem seus riscos e consiste em uma série de injeções aplicadas no local onde está a gordura que se quer eliminar.
O paciente toma as injeções entre uma semana e outra e a gordura desaparece
O tratamento de lipoaspiração, chamado lipodissolução, é uma nova arma contra a gordura e está sendo realizado em 15 minutos nas clinicas dos Estados Unidos. Apesar de não ter aprovação das autoridades de saúde do país, o novo método também tem seus riscos e consiste em uma série de injeções aplicadas no local onde está a gordura que se quer eliminar. O paciente toma as injeções entre uma semana e outra e a gordura desaparece.
Uma moradora de Los Angeles, maior cidade do Estado da Califórnia, que fez o procedimento disse que "é o novo botox". Esse tratamento já foi excluído em alguns países, como, na Grã-Bretanha, por exemplo. Nos Estados Unidos, embora ainda não tenha recebido aprovação oficial, não é proibido. Mas, há casos de pessoas que se arrependeram de terem submetido-se a ele.
Com o nome de "lipo do horário do almoço", já que cada injeção demora 15 minutos, o tratamento é atraente para quem tem receio de se submeter às cirurgias tradicionais e aos riscos associados a elas. Os efeitos são visíveis em poucos dias.
A injeção contém uma substância química chamada PCDC, derivada da soja, e que, aparentemente, desmancha a gordura. As pessoas que se submetem a esse tipo de tratamento não sabem ao certo como a gordura desaparece e nem o que acontece com ela após ser eliminada da região desejada.
Um dos membros da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, Brian Kinney, afirmou que ainda há muito estudo científico para ser feito e que "o risco é que, em vez do paciente sair mais bonito, saia com seqüelas ou incapacitado".
Uma mulher que queria se livrar da gordura localizada que adquiriu depois de uma gravidez, após fazer a lipodissolução na barriga, desenvolveu uma espécie de quisto no abdômen, do tamanho de uma bola de tênis. Ficou internada num hospital para se recuperar e hoje sua barriga tem uma curvatura como de uma colher. Mas, existem também aqueles que ficam plenamente satisfeitos.
Como os americanos vivem uma " epidemia" de obesidade, é possível que as clínicas que oferecem esse tratamento tenham encontrado uma verdadeira mina de ouro com o tratamento da lipodissolução .
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Cirurgia plástica após parto avança entre as brasileiras |
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18-Jan-2008 |
Especialistas desaconselham pressa em fazer correção estética, popular nos EUA e Inglaterra
Levantar os seios, definir o abdome e se livrar das gordurinhas: um pacote completo que virou moda entre mulheres que acabam de dar à luz e pretendem voltar a ter o mesmo corpo que exibiam antes da gestação. Populares nos Estados Unidos e na Inglaterra, onde são vendidas em pacotes com nomes atraentes como "mommy makeover" ou "mommy job", o conjunto de cirurgias para apagar as marcas deixadas pela gravidez já é bastante difundido nos consultórios brasileiros. No entanto, despertam alertas sobre a pressa das mulheres e a insistência em modificar o corpo sem antes esperar que ele volte ao normal naturalmente.
"Algumas mulheres nos procuram durante a gestação para saber se podem fazer plástica logo após a cesárea", afirma a cirurgiã plástica Luciana Pepino. "Há médicos que fazem, mas não é recomendado. E o difícil é convencê-las a esperar", explica, acrescentando que muitas até mesmo se iludem com o poder das cirurgias, achando que vão fazê-las perder peso, o que não é verdade.
O cirurgião plástico Cláudio Valle, do corpo clínico do Hospital São Rafael, também atende pacientes com esse perfil: "Tem pessoas que, ainda amamentando, querem fazer lipoaspiração", conta. "Em geral são mulheres muito bonitas, que não aceitam a mudança no corpo provocada pela gravidez", diz.
Segundo Valle, elas não conseguem se ver com estrias e a pele flácida decorrente da gestação. Além disso, outro fator que impulsiona o imaginário dessas recém-mamães é o visual de muitas celebridades que, dias após o parto, desfilam com corpos perfeitos. Algumas, como a atriz Giovana Antonelli, assumem ter recorrido à lipoaspiração. Outras, como a apresentadora Angélica, dizem nunca ter feito, mas alimentam especulações sobre como voltaram à antiga forma em tão pouco tempo.
No ano passado, a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos fez mais de 325 mil cirurgias plásticas em mães com idades entre 20 e 39 anos. No Brasil, não há dados compilados, mas os médicos afirmam que a procura só aumenta.
"Amamentei minha filha por cinco semanas e meus seios diminuíram", conta a inglesa Orlaith McAllister, de 28 anos. "Passei por todo esse sofrimento e o que desejava era voltar a apreciar meu corpo", explica ela, para justificar a cirurgia que fez quando a filha completou 10 meses.
O cirurgião americano David Stoker foi um dos primeiros a comercializar essa renovação estética das mamães, oferecendo um pacote que inclui cirurgia para levantar os seios - com ou sem implantes -, plástica do abdome e lipoaspiração. As mulheres, segundo o médico, não precisam mais se sentir "complexadas ou melindradas com sua aparência".
CUIDADOS
Obstetras e cirurgiões plásticos são unânimes em dizer que, quando bem feitas, e no tempo adequado, as cirurgias não apresentam problemas e melhoram a auto-estima das mulheres. Porém, é necessário bom senso. "Você não pode operar uma mulher que acabou de dar à luz ou que está amamentando. E você não pode achar que todas as mulheres são iguais, reagem da mesma maneira e têm o mesmo corpo", afirma o ginecologista e obstetra Soubhi Kahhale, professor da Universidade São Paulo (USP) e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
Ele enumera os motivos. O primeiro deles é a predisposição a problemas de coagulação do sangue, provocados pelas alterações hormonais naturais da gravidez. Desse modo, toda mulher nos meses depois da gestação tem maiores chances de ter embolias e tromboses. Outro problema diz respeito ao próprio corpo, que precisa de um período para voltar ao normal. O útero, que está dilatado, vai se contrair. A pele ainda vai diminuir. As mamas estão cheias de leite e os hormônios, ainda em níveis diferentes do normal. "É impossível ao cirurgião fazer uma programação da cirurgia."
Assim, é preciso esperar pelo menos seis meses após parar de amamentar para fazer as cirurgias. No caso de mulheres que ganharam muito peso, é necessário emagrecer antes de recorrer às correções no abdome e à lipoaspiração. "É um processo individualizado e cada paciente tem uma necessidade", afirma Antonio Graziosi, presidente do departamento de cirurgia plástica da Associação Paulista de Medicina (APM). "Qualquer coisa fora disso, em pacotes, é mercantilização, é banalização da medicina", afirma.
A advogada Ana Rita Cardoso Meireles, de 30 anos, esperou três anos para recorrer ao bisturi. Além da questão financeira, ela preferiu esperar para ver se não queria outros filhos. "Agora era o momento, apesar de estar incomodada com a minha barriga desde o fim da gestação", conta ela.
Há pouco mais de duas semanas, Ana Rita colocou prótese nas mamas, fez uma cirurgia de abdome e uma lipo. "Cada mulher reage de um jeito. No meu caso, fiquei com barriga de avental, que me deixava muito incomodada", diz ela, que ainda está no período pós-operatório. "Quando tirei a cinta, já percebi a diferença. Não vejo a hora de ver o resultado."
CRÍTICAS
Os críticos das cirurgias vêem ainda uma banalização não só da saúde, mas do corpo da mulher. Diana Zuckerman, do Centro Nacional de Pesquisa de Mulheres e Famílias, nos Estados Unidos, afirma que, se o marketing conseguir tornar o corpo depois do parto "algo inaceitável socialmente, imagine o quão enorme será o seu público e quantas cirurgias poderão ser comercializadas". Em resumo: "o sonho dos homens de marketing é fazer as mulheres acreditarem que seus corpos ficam repugnantes após o nascimento de um filho", afirma Diana. COM THE GUARDIAN
FRASES
Diana Zuckerman Pesquisadora americana
"Se o marketing conseguir tornar o corpo depois do parto inaceitável socialmente, imagine quantas cirurgias poderão ser comercializadas"
Cláudio Valle Cirurgião-plástico
"Em geral, são mulheres muito bonitas, que não aceitam a mudança no corpo"
Fonte: O Estado de São Paulo
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Botox: a última grande novidade no combate ao suor |
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18-Jan-2008 |
 Botox é injectado onde existem as glândulas sudoríparas activas, bloqueando as terminações nervosas que as estimulam, e o suor desaparece quase que imediatamente, e por no mínimo quatro meses. A toxina botulínica é um dos mais letais já conhecidos, mas é transformada em laboratório e utilizada como fármaco, cada vez mais com usos terapêuticos. Actividades diárias como dirigir um carro, escrever em um papel ou teclar no computador podem tornar-se incómodas e stressantes, devido ao excesso de suor nas mãos. O Botox é injectado onde existem as glândulas sudoríparas activas, bloqueando as terminações nervosas que as estimulam, e o suor desaparece quase que imediatamente, e por no mínimo quatro meses. Não querer dar a mão em apresentações, evitar falar em público, ser incapaz de actuar com naturalidade em eventos sociais, ter medo de tirar o casaco. Estes são alguns dos problemas enfrentados por pessoas que sofrem de um incómodo excesso de suor.
A chamada hiperidrose é um transtorno pouco conhecido, mas muito frequente, que compromete a qualidade de vida. Muitos não recebem tratamento adequado por não conhecerem a fundo o problema. Trata-se de um excesso que ocorre por causas desconhecidas quando o organismo produz mais suor do que necessita para regular a temperatura corporal. Calcula-se que o problema atinja de 1% a 3% da população mundial, e que afecte por igual homens e mulheres, principalmente nas axilas - de 30% a 40% dos casos -, assim como nas palmas das mãos e dos pés, e em algumas partes do rosto, como na testa. O transtorno repercute na qualidade de vida laboral, social e familiar, dificultando relações. Alguns dos pacientes caem numa situação de círculo vicioso, já que em determinadas situações se colocam nervosos por suar, e a partir de então começam a suar mais, com a ansiedade desempenhando o papel de "gatilho". A toxina botulínica está sendo aplicada, inclusive, para aliviar dores intensas na cabeça, devido a uma enxaqueca, por exemplo, ou combater "desarranjos" no principal nervo facial. No caso da sudorese excessiva, o tratamento inicia-se com a marcação dos pontos onde existem as glândulas sudoríparas activas. Uma vez delimitadas as áreas a serem tratadas, o Botox é injectada. A aplicação pode ser repetida em até dez dias se aparecer algum ponto adicional não combatido. Segundo o doutor espanhol Ramón Vila-Rovira, cirurgião plástico conhecido internacionalmente como inovador e pioneiro em diversas técnicas de Cirurgia Plástica e Estética, "determinados estímulos emocionais podem desencadear este problema, que afecta a própria auto-estima". Socialmente, são mal vistas mãos suadas ou "manchas molhadas" nas axilas, o que provoca uma sensação de insegurança em quem sofre com a hiperidrose. "Muitas actividades do dia-a-dia como dirigir um carro, escrever em um papel ou teclar no computador podem transformar-se em acções incómodas e stressantes", afirma o médico, que já realizou conferências em países como Estados Unidos, Venezuela, Argentina, Chile e México sobre o tema. "Na região onde existe excesso de suor é injectada toxina botulínica, que actua bloqueando as terminações nervosas simpáticas que são responsáveis pelo estímulo das glândulas sudoríparas da área afectada", completa Vila-Rovira. Essa técnica é aplicada de forma rápida e indolor. Pouco tempo depois, o paciente deixa de suar e sua reacção é muito satisfatória.
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A oncoplástica e o câncer de mama |
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18-Jan-2008 |
Novas esperanças para as mulheres que enfrentam a dura luta contra o câncer de mama.
Todos os anos o câncer de mama atinge um grande número de mulheres em todo o país, sendo o responsável por cerca de 20% das mortes entre as brasileiras. Estudos recentes comprovam que na última década o aumento de casos vem aumentando, principalmente, nas mulheres mais jovens. Alguns fatores têm contribuído para o aumento da doença, entre eles, a obesidade e o sedentarismo, além do controle de natalidade e da gestação em idade avançada.
Atualmente é recomendado que todas as mulheres a partir dos 35 anos realizem a mamografia anualmente, pois o ultrassom mamário é o melhor exame para diagnosticar precocemente a doença em mulheres mais jovens. Esse exame também é indicado para pacientes que tenham histórico familiar da doença (em até primeiro grau). Nesse caso a prevenção deve começar a partir dos 30 anos. Os exames de rotina e o auto-exame são fortes aliados para a detecção precoce da doença que quanto mais cedo for descoberta acarretará menor sofrimento nos tratamentos e haverá mais chances de cura.
Com os avanços da medicina atual, receber um diagnóstico de câncer de mama não é mais tarefa difícil na vida das mulheres, já que vários recursos e tratamentos têm ajudado a minimizar esse processo. Entre eles, o exame do linfonodo sentinela, que consiste na marcação de um gânglio linfático e retirada do mesmo no início da cirurgia, caso seja diagnosticado que ele não foi atingido pela doença, evita-se a retirada de todos os demais gânglios da axila, o que torna a cirurgia menos agressiva, com recuperação mais rápida e menos complicações pós-operatórias.
O desenvolvimento e aprimoramento da oncoplástica trouxeram novas esperanças para as mulheres que enfrentam a dura luta contra o câncer de mama. O uso de sofisticadas técnicas de cirurgia plástica durante a retirada do tumor minimiza as mutilações e deformidades pós-operatórias e melhora o bem-estar físico e psicológico da paciente após a retirada parcial ou total da mama.
Entre essas técnicas está a reconstrução mamária que ajuda a manter a auto-estima e a imagem corporal da mulher durante este difícil processo. De acordo com a Cirurgiã Plástica, Tatiana Caloi, da Uniplast, a reconstrução da mama deve ser encorajada e oferecida as pacientes durante a avaliação e preparo para cirurgia de retirada do tumor. "O desejo da paciente reconstruir ou não a mama no mesmo momento da mastectomia ou quadranctomia deve se respeitado, já que não há prejuízo para o tratamento do câncer com a reconstrução mamária. Cada caso deve ser avaliado e pacientes com problemas de saúde como diabetes, hipertensão grave, problemas do coração, obesidade e tabagismo devem ter suas mamas reconstruídas em um segundo momento", explica a Dra. Tatiana Caloi. A reconstrução mamária também pode ser feita por pacientes com cânceres avançados, desde que as mesmas estejam em bom estado de saúde e optem pela cirurgia combinada.
Nos casos de mulheres que já fizeram a cirurgia para tirada do tumor, a reconstrução só poderá ser realizada após um ano da cirurgia inicial. "O que deve ser claro, é que a reparação cirúrgica após a retirada de um câncer não muda a história e o prognóstico da doença, mas pode melhorar a qualidade de vida e ajudar na recuperação integral destas mulheres", esclarece a cirurgiã plástica.
Após a mulher fazer a cirurgia para reconstrução da mama chega a hora da reconstrução dos mamilos, que na maioria dos casos é retirado junto com a mama que foi operada. Os mamilos são refeitos com cartilagem da orelha, parte do mamilo da outra mama ou pele da própria mama reconstruída. A escolha depende do tamanho do mamilo contra-lateral e do local da pele que vai ser retirada, o procedimento é feito através de uma pequena cirurgia que dura em média 15 minutos e pode ser realizada no consultório médico ou hospitalar, com anestesia local. Segundo a doutora Tatiana Caloi o ideal é que o procedimento seja feito de três a seis meses após a reconstrução da mama e só após três meses do mamilo refeito é que se poderá iniciar a dermopigmentação da aréola.
A dermopigmentação de aréola utiliza a mesma técnica da tatuagem artística e seu procedimento dura aproximadamente 30 minutos. "Os pigmentos que utilizamos ajudam a reconstruir uma aréola que não existe ou camufla uma cicatriz que tenha ficado após uma mamoplastia ou quadrantectomia", reforça a Dra. Tatiana Caloi. Ainda de acordo com a médica na maioria das vezes é necessário que após alguns meses seja feito um retoque para melhorar a coloração da aréola reconstruída. A dermopigmentação de aréola é a última etapa de uma reconstrução mamária e faz com que os seios fiquem ainda mais parecidos com os naturais. "Eu digo às minhas pacientes que passaram por uma reconstrução de mama que é de fundamental importância a reconstrução do mamilo e a dermopigmentação da aréola para que a mama fique com um aspecto realmente natural. É a cereja do bolo", diz a cirurgiã plástica, Dra. Tatiana Caloi. *Uniplast,Rua Manoel de Carvalho, 142, Aflitos - Recife (PE).
Fonte: Fator Brasil
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